sábado, 18 de junho de 2011

Seminário Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável discutirá Plano Brasil Sem Miséria no Ceará

Encontro começa nesta segunda-feira, em Fortaleza, com a presença da secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Maya Takagi.

O Plano Brasil Sem Miséria será um dos temas discutidos no Seminário Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável, que ocorrerá entre 20 e 23 de junho, em Fortaleza (CE). A abertura se dará no dia 20, às 19h30, com a presença da secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Maya Takagi. Também participam representantes do governo do Ceará, do Banco Mundial e do Instituto Interamericano de Cooperação para Agricultura (IICA).

O objetivo do seminário é promover o intercâmbio de experiências entre representantes dos estados que têm projetos de desenvolvimento rural sustentável, financiados pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). O foco dos debates será o processo de inclusão produtiva. Serão abordados aspectos socioculturais e ambientais, enfatizando os processos de integração entre políticas afins, em nível federal, estadual e municipal.

Marcos Dal Fabbro, diretor do MDS, participará de dois painéis no seminário. Um, no dia 21, às 14h30, sobre o Programa Cisternas. O outro, no dia 22, às 14h, sobre o tema “Enfrentamento da Pobreza pelo Governo Federal”.

SERVIÇO
Seminário Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável
Data: 21 a 22 de junho de 2011
Horário: 19h30 (abertura dia 20)
Local: Hotel Oásis Atlântico, Av. Beira-Mar, 2500, Fortaleza

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Escola Profissional de Pentecoste será inaugurada nesta terça-feira 21 de junho

Pentecoste se prepara para um grande salto na qualidade da educação de seus jovens com a implantação da Escola Profissionalizante.


Uma das obras que marcarão para sempre a história de Pentecoste como símbolo de desenvolvimento, é a implantação da Escola Profissionalizante. Uma mega escola com a estrutura de uma universidade que atenderá 500 jovens de Pentecoste e região.

No próximo dia 21 de junho será inaugurada a Escola Profissionalizante, denominada Alan Pinho. Nela os estudantes terão a oportunidade de fazer o Ensino Médio enquanto se preparam para o mundo do trabalho. Foram investidos cerca de R$ 8,3 milhões oriundos dos Governos Federal e Estadual.

Segundo informações não oficiais, a Escola Profissionalizante será gerenciada por uma equipe de profissionais ligados a Universidade Federal do Ceará (UFC) e, utilizará a metodologia do Programa de Educação em Células (PRECE), entidade de Pentecoste, que já desenvolve a metodologia da Aprendizagem Cooperativa há 17 anos no estado Ceará.



Vereador Edmundo promove sessão da Câmara Municipal em Lagoa Pedras

Os trabalhos da Câmara Municipal de Apuiarés foram levados a comunidade de Lagoa das Pedras, na ultima sexta-feira, dia 10, às 19h30min, em mais uma sessão itinerante da Câmara na gestão do Vereador Edmundo em 2011.

Na ocasião, os parlamentares puderam ouvir da população suas principais reivindicações referentes: coleta de lixo, problema de energia que falta com freqüência, recuperação das estradas, Iluminação pública da quadra esportiva, reforma da praça e a construção do calçamento.

O vereador Edmundo ressaltou que irá se empenhar e garantiu, com base em projetos que já vem trabalhando, que dentro de um ano algumas destas obras serão implementadas.

Desde que tomou posse como Presidente da Câmara Municipal de Apuiarés, o Vereador Edmundo assumiu o compromisso de fortalecer os elos que unem a população e o Poder Legislativa Municipal, criando felicidades para que a população possa assistir às sessões da Câmara e democratizando as informações.

Neste cenário, as sessões itinerantes da Câmara Municipal, tem se mostrado oportuna uma vez que possibilidade o acompanhamento pelos cidadãos das atividades do Poder Legislativo. “As sessões itinerantes têm como objetivo aproximar a Câmara de Vereadores da população da zona rural”. Ressalta o vereador Edmundo. 

Fonte: http://vereadoredmundo.blogspot.com/

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Ai que saudade que eu tenho das noites de São João

 “Ai que saudade que eu tenho
Das noites de São João
Das noites tão brasileiras das fogueiras
Sob o luar do sertão
Meninas brincando de roda
Velhos soltando balões
Moços envolta fogueira
Brincando com o coração
Eita São João dos meus sonhos
Eita saudoso sertão ai ai”
(Luiz Gonzaga e Zé Dantas)


As Quadrilhas Juninas constituem uma das manifestações culturais mais representativas do Estado do Ceará e do Nordeste. Elas ocupam os diferentes espaços da festa, transformando o cotidiano de cidades pequenas, como Apuiarés, com a singularidade de espetáculos artísticos que dizem de nós, o que somos e fomos, reafirmando as nossas riquezas e diversidade cultural.

Olha pro céu, meu amor, veja como ele está lindo...”. Foi em noites de São João, com os versos de Luiz Gonzaga e José Fernandes a embalar casais nas comunidades e distritos apuiareense, que uma brincadeira praticada em todos os arraiais do município se afirmou como legítima manifestação cultural. Assim como não se pensa o Carnaval sem os grupos e brincadeiras que o mantêm vivo, não existe o ciclo junino sem a criatividade e a tradição das quadrilhas.



Parte inferior do formulário
O Surgimento da Quadrilha
Fernando Rebouças

Por volta dos séculos XII e XIV, os camponeses ingleses dançavam uma dança campestre, conhecida com “country dance”, na qual descendentes de celtas e saxões executavam velhos rituais pagãos num Reio Unido já cristianizado. Durante a Guerra dos Cem Anos, a dança se espalhou pela França, com o nome afrancesado de “contredance”.

A dança perdeu o formato roceiro característico e tomou um estilo de dança nobre ou dança de corte nos principais reinados europeus. No Brasil, a dança de quadrilha, assim como era chamada em Portugal, foi trazida praticamente com a vinda da Família Real Portuguesa, em 1808.

No Brasil, durante o período regencial, a dança de quadrilha causava grande frenesi entre a alta sociedade da época, principalmente com a vinda de orquestras de dança de Millet, Cavalier e Tolbecque. A dança se popularizou e aqui ganhou várias derivações como a “Quadrilha Caipira” em Minas Gerais, o “Baile Sifilítico” na Bahia e o “Saruê” no Brasil Central.


Dança de Quadrilha: Aprenda os Passos

Os comandos da dança mais utilizados são:

BALANCÊ (balancer) – Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do lugar. É usado como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas, permanecem no BALANCÊ. E vice-versa.

ANAVAN (en avant) – Avante, caminhar balançando os braços.

RETURNÊ (returner) – Voltar aos seus lugares.

TUR (tour) – Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a direita.

Para acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:

01. Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra, separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.

02. CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU “CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS”
Os cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.

03. CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU “DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS”
As damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.

04. DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os cavalheiros dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo. Com os braços levantados, giram pela direita e dirigem-se ao lado oposto. Os cavalheiros vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa.

05. PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando “Primeiras marcas ao centro , apenas os pares de vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o “passo no lugar . Estando no centro, ao ouvir o marcador pedir balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo “aos seus lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de “Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.

06. GRANDE PASSEIO
As filas giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os braços soltos para baixo, no ritmo da música.

07. TROCAR DE DAMA
Cavalheiros à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.

08. TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do seu parceiro.

09. O TÚNEL
Os casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.

10. ANAVAN TUR
A doma e o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.

11. CAMINHO DA ROÇA
Damas e cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na caminhada, braços livres,balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a direita.

12. OLHA A COBRA
Damas e cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em sentido contrário, evitando o perigo. Vários comandos são usados para este passo: “Olha a chuva , “Olha a inflação, Olha o assalto , “Olha o (cita-se o nome de um político impopular na região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.

13. É MENTIRA
Damas e cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme falso.

14. CARACOL
Damas e cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila começa a enrolar a fileira, como um caracol.

15. DESVIAR
É o palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até todos estarem em linha reta.

16. A GRANDE RODA
A fila é único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos evoluções. Ouvindo “Duas rodas, damas para o centro ; as mulheres vão ao centro, dão as mãos. Na marcação “Duas rodas, cavalheiros para dentro , acontece o inverso, As rodas obedecem ao comando,movimentando para a direita ou para esquerda. Se o pedido for “Damas à esquerda e “Cavalheiros à direita ou vice-versa, uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.

17. COROAR DAMAS
Volta-se à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros, de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços, então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se deslocam para o lado que o marcador pedir.

18. COROAR CAVALHEIROS
Os cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o marcador pedir.

19. DUAS RODAS
As damas levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o comando. Até a contra-ordem!

20. REFORMAR A GRANDE RODA
Os cavalheiros caminham de costas, se colocando entre as damas. Todos se dão as mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.

21. DESPEDIDA
De um ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE, acenando para o público. A quadrilha está terminada.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vem aí o Ceará Junino em Tejuçuoca



Inscrições, Regulamento e Informações
E-mail: cearajuninoteju@hotmail.com
Fones: (85) 3323.2020 / 3323.2011

Só restam TRÊS


É preocupante, em todos os níveis, a situação educacional no município de Apuiarés. Em 2004 tínhamos 08 secretários escolares exercendo esta função burocrática, mas imprescindível em qualquer lugar que tenha como prioridade uma educação de qualidade. Com esta política danosa de desvalorização do servidor, assumida pela a atual gestão do município, hoje, restam apenas 03(três) secretários escolares em Apuiarés. 

Apesar da qualificação destes profissionais, os mesmos há 02(dois) anos permanecem sem aumento salarial. O resultado deste descaso é o remanejamento de professores que deveriam está em sala de aula e, no entanto, estão em secretarias exercendo uma função que não corresponde sua qualificação, para qual se prepararam, ou seja, lecionar.

Fonte: http://sindsep-apuiares.blogspot.com/

Apuiarés: jovens técnicos agropecuários criam instituição de ATER


O Instituto Regional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Irater) teve início em janeiro de 2011, no município de Apuiarés, através da mobilização e organização de jovens, recém-formados, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Crato (IFET), Unidade Umirim.

O objetivo da instituição é contribuir de forma participativa para o desenvolvimento rural sustentável dos municípios do Médio Curu cearense, centrado na expansão e fortalecimento da agricultura familiar, por meio de processos educativos que assegurem a melhoria da qualidade de vida e a construção do pleno exercício da cidadania, fortalecida na valorização do seu capital humano local.

O Irater atua junto aos agricultores e suas famílias e requer a participação efetiva de todos os setores ligados à atividade agrícola, afirma Luis Paulo, presidente do instituto e jovem participante do Programa Empreendedorismo do Jovem Rural da Adel. 

“As ações buscam aumentar a renda, a produção e a produtividade agrícola, melhorando as condições de vida dos pequenos produtores rurais” complementa Luis Paulo.

Fonte: http://adel-ce.blogspot.com/